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Mastopexia/mamaplastia

Mamaplastia Redutora com Mastopexia

É a ideia de juventude que funciona como padrão para quase todas as cirurgias plásticas estéticas realizadas hoje.

Para essa finalidade, tendo a mama como foco, de forma a compreender melhor os princípios cirúrgicos envolvidos na Mastopexia, é útil revisar os atributos da mama jovem, que ajudam a identificá-la como objeto de beleza e feminilidade. Entendendo como estes atributos são alterados nas pacientes com ptose (queda), há necessidade do desenvolvimento de um planejamento operatório completo e organizado para a correção cirúrgica desta ptose.

Do ponto de vista anatômico, a mama jovem está posicionada no meio do tórax, com o sulco infra mamário localizado entre o 4º e o 6° espaços intercostais. Nessa posição, a mama tem o contorno do polo inferior arredondado e com o complexo aureolo-mamilar (CAM) posicionado diretamente no ponto de máxima projeção, pode acentuar e fornecer um contraste agradável de contorno decididamente feminino.

Com o envelhecimento, perda de peso ou após gestação, pode haver involução do parênquima e da gordura mamária, resultando em redução do volume da mama. Entretanto, a área de superfície da pele não muda e torna-se sub preenchida e redundante, resultando em queda para baixo sulco infra mamário, com aspecto achatado sobre o tórax.

Questionamentos como: história familiar e pessoal, resultados das últimas mamografias devem ser avaliados.

Uma das primeiras discursões a serem tomadas está centrada no fato da necessidade ou não de um implante mamário associado à Mastopexia, pois em algumas pacientes as perdas de tecido mamário são tão evidentes, que a simples Mastopexia não conseguiria dar a projeção desejada.

Se existir volume mamário suficiente, para que o resultado proposto seja atingido, é melhor evitar o uso do implante. O procedimento é mais previsível, mais simples, evitando qualquer complicação potencial a mais pelo uso do implante.

Técnica Cirúrgica na Mastopexia

Três objetivos cirúrgicos devem ser cumpridos de formas variáveis para se corrigir a ptose mamária e fornecer os resultados desejados: Elevação do complexo aureolo-mamilar em relação ao cone mamário; redução do diâmetro de uma aréola alargada e desproporcional; excisão do envelope cutâneo (pele) em excesso e remodelagem da mama.

Ao discutir o tamanho da mama após a Mastopexia, é útil enfatizar à paciente que este, muito frequentemente, parece menor após o procedimento. O simples ato de remoção de pele para ajustar o conteúdo mamário pode criar a ilusão de uma mama menor, apesar de nenhum parênquima mamário ter sido ressecado. Isso se dá porque a mama ptosada aparenta ser maior do que realmente é. Aqui se discute a possibilidade do uso de um implante mamário quando a paciente deseja uma mama bem projetada e maior.

Além das questões sobre a utilização ou não do implante, incluem a suspensão da mama como um todo a uma posição mais alta na parede torácica, o aumento do preenchimento do polo superior, a suspensão do CAM, a redução do diâmetro de uma aréola muito alargada e desproporcional e a criação de uma consistência mais firme da mama.

Cada um desses objetivos pode ser atingido. Utilizando técnicas diversas ou combinadas, como a utilizada por nossa equipe cirúrgica do Pedículo Inferior com Mastopexia Peri areolar e Vertical com T invertido e que permite criar um retalho (pedículo) baseado inferiormente e que é fixado na fáscia do peitoral maior a altura do 2º espaço intercostal em loja submamária, como se fosse uma prótese do próprio tecido mamário. Este retalho é confeccionado incluindo-se o septo da mama com o seu suporte neurovascular para assegurar a viabilidade desse retalho.

Sequencial de cirurgia feita por nossa equipe

Observem que, mesmo antes do fechamento final, a mama direita já esta montada com o complexo areolar e o mamilo (CAM) no ponto ideal de projeção; com o colo preenchido e mais jovial do que a contra lateral mama esquerda que não havia ainda sido operada.

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